5 instagrans organizados para seguir

25.4.17
Quem é a louca do instagram arrumadinho levanta a mão \o/ Nem precisa ser, pra poder ficar babando nesses instagram's arrumadinhos que a galera tem se dedicado em construir, não é mesmo? Hoje separei alguns que estão longe de serem padrão e que mesmo tendo sua harmonia entre as fotos mostram muito sobre a personalidade da pessoa. Vem ver:

Não é só porque é minha amiga não, mas o instagram da Bárbara tem uma atmosfera muito maravilhosa, como eu disse, foge do arrumadinho clichê trazendo uma mesma estética pra fotos que estão longe de serem óbvias e com cores lindas, você tem a sensação de que todas as fotos foram tiradas no mesmo momento, mas você consegue ver que todas são de diferentes ocasiões, tudo com aquele toque de delicadeza e universo vintage que representa muito quem a Bárbara é.

Essa aqui é uma boneca, me apaixonei de cara pela foto do perfil, a Eloara usa o princípio das fotos com tons rosa, mesmo fotos que outras cores costumam prevalecer a gente é capaz de notar aquele filtro rosa, deixando tudo com jeitinho de barbie, sabe? Só amores, sem falar no estilo fofíssimo que ela  tem e no cabelo ruivo ondulado maravilhoso.

Quem me acompanha, sabe que eu não sou de indicar gente famosa aqui, justamente pelo fato da pessoa já ser relativamente conhecida, mas pra Milla Cabral eu tiro o chapéu, se você olhar pelo celular vai saber exatamente sobre o que eu estou falando. A Milla fez um esquema de transição de cores impecável (tô sonhando com o meu assim). Sério, muita inspiração, capricho e carinho.

A Karla parece uma fada de tão linda e transmite toda a energia vintage/delicada através das suas fotos, aqui a gente não tem um padrão de cores mas um padrão de temperatura, mesmo tendo fotos com tons quentes, as coisas que ela posta me remetem muito o frio, inverno e afins. As fotos são tão delicadas que chegam a ser poéticas, A maior fofura ♥_♥

@gingerdai
Aqui é outra amiga, mas tô indicando porque merece mesmo. A Dai usa os tons amarelos no seu feed, quem é ruiva sabe que tons verdes, amarelos e laranjas privilegiam muito e ficam super legais com a cor do nosso cabelo, então ela investe nesse filtro e em fotos com tons quentes para trazer esse amarelinho, e é como eu disse lá em cima, mesmo tendo um padrão de cores é possível conhecer muito sobre a personalidade de cada um, o da Dai é a prova disso.

Por hoje é só, vocês querem que eu traga mais posts com feeds inspiradores?

Por que assistir Girlboss?

23.4.17
Assim que o primeiro trailer da série saiu, uma amiga correu e me disse que a série era minha cara pela personagem gostar de frequentar brechós, na hora que ela me falou eu corri pra procurar e fiquei louca, como eu não tinha lido o livro ainda, corri atrás pra poder ler mas infelizmente não consegui ler a tempo da série ser lançada e acabei assistindo a série sem ler nada (ainda quero ler). Maratonei toda a série, que teve sua estréia no Netflix nessa sexta (21/04) em uma tarde x_x. A série que conta a história da jovem Sophia Amoruso no auge dos seus 20 anos com medo de entrar na sua vida adulta e depois de uma série de idas e vindas é capaz de construir seu 'império' literalmente do 'lixo' e que hoje é a fundadora da empresa Nasty Gal.
O que pode acontecer com muita gente, é logo de cara não gostar de Sophia, que é uma personagem um tanto fria, boca suja e egoísta, ela não é a típica garota que tem sonhos e segue atrás de forma 'certinha'. A própria Sophia (real oficial haha) disse que não se orgulha das coisas que fez mas que essas coisas fizeram ela ser o que é hoje, a garota que roubava e comia pão do lixo, foi capaz de mostrar pra quem não acreditava no seu potencial que ela era capaz.
Quem curte brechó e universo vintage provavelmente vai amar a série (ou não), ela mostra muito isso e até mesmo a personagem principal parece estar em meados dos anos 80, fiquei um bom tempo tentando entender em qual ano passava, depois de aparecer celulares e computadores (bem antigos) que eu comecei a conectar melhor as datas.
Outra coisa que eu amei completamente foi a trilha sonora, você sente que ali tem uma passagem diferente de estilos e épocas, o que dá aquela atmosfera específica pra série.
O que mais me chocou, foi como rolou uma baita pressão por uma mulher nova estar começando sua própria empresa, isso mostra um pouquinho de como o machismo ainda é tão presente nas corporações, ao contrário disso a personagem mesmo não tendo uma personalidade amável mostra que as garotas podem estar onde elas quiserem e fazerem o que quiserem.
A série está bem fora do clichê, mesmo no fim com as coisas dando certo ela nos mostra que as falhas fazem parte de todos os processos de sucesso, infelizmente fica muito explicito em como mulheres falhando são mais impactantes do que homens :(
A personagem pensou em desistir algumas vezes, teve alguns empecilhos no caminho e era totalmente amadora gerenciando uma empresa, mas reforçou a ideia de que quando você quer algo, você é capaz de fazer exatamente da maneira que sonhou (ou mais ou menos isso) e achei esse um incentivo ótimo pra quem tá na faixa dos 20 anos e sofre achando que abrir um próprio negócio é um erro e que irá precisar trabalhar pra alguém o resto da vida.
Ah! e no elenco você provavelmente vai reconhecer Sophia que é interpretada por Britt Robertson (Under the dome) e seu pai que é interpretado por Dean Norris (Under the dome e Breaking bad) sem falar da participação de Rupal do programa Rupal's Drag Race. Vi outros rostinhos conhecidos e gostei bastante da escolha em geral do elenco.

Resumindo, gostei bastante da série e tô louca pra ler o livro. e indico com certeza. Me digam o que acharam, gostaram?

Edit1: Muita gente odiou o jeito da Sophia e acha que a série não acrescenta em nada, vi muita gente do meu facebook dizendo que desistiu de assistir.

Edit2: Vi um post com 5 motivos para não assistir e achei bem interessante também.

Edit3: O que cês tão achando das opiniões, vamos bater papo?

Romantismo com toque francês: Le Pie

20.4.17

É raro ouvir música pop tão vulnerável e sombria quanto edificante e linda.

Ela passou sua juventude como baterista e front woman para várias bandas punk, gritando e esmagando seu caminho através do palco de qualquer pub sujo ou bar sujo que iria deixá-la entrar.

Então, em 2014, ela começou a escrever e gravar música solo que a viu se afastar das bordas irregulares de seus anos de punk rock formativo e começar a explorar as texturas pop e melodias inspiradas pelo brilho simples dos grupos de garotas dos anos 50 e 60. As músicas que se derramaram apresentaram melodias vocais lúdicas e encantadoras, ligadas a letras profundamente pessoais, investigando a complexidade do amor e dos relacionamentos modernos.

Ela anunciou essa nova direção com seu single de estreia, "Secrets", em janeiro de 2015, e seu som pop grunge-meet-vintage instantaneamente começou a ganhar elogios de alguns dos maiores nomes da música australiana, incluindo triple j.


O acompanhamento único, a suave balada 'Josephine', destacou a diversidade em seu som, também marcou airplay no triple j e foi novamente adicionado à rotação regular no rádio FBi e Unearthed. Quando o épico 'When We Talk' seguiu o exemplo, depois que ele foi lançado exclusivamente como uma contribuição para o Rice Is Nice Vol. 2 ALL GRRRL Mixtape compilação de angariação de fundos, as pessoas começaram a perceber que o hype em torno de Le Pie foi justificada. Ela é uma compositora com um histórico impecável que tem fãs que pedem mais e mais.

Adicione a isso uma pilha cada vez maior dos elogios, incluindo ser nomeada a artista da semana e um do Top 10 empreendedores quietos de 2015 pelo Unearthed; Um artista independente da semana assentimento da FBi.