Resenha: O melhor de mim (filme)

31.1.17
Eu sou louca por filmes de romance, de uns tempos pra cá tenho gostado ainda mais de filmes de drama/romance e durante uma das minhas noites de insônia procurando um filme de romance bem melosinho no Netflix, encontrei esse que eu já tinha passado por ele diversas vezes em outros sites e torcido o nariz me negando a ler ou procurar qualquer coisa sobre. Comecei assistindo sem saber muita coisa e com os minutos foi inevitável não perceber que era inspirado em algum livro do Nicholas Sparks, com aquele jeito de contar as coisas bem característico dele, com aquela pegada linda de um amor incrível e aquele drama por trás disso tudo.
Adolescentes, Amanda (Liana Liberato) e Dawson (Luke Bracey) se apaixonam. O pai da garota não aprova o relacionamento e, com o passar do tempo, os jovens acabam se afastando e tomando rumos diferentes. Duas décadas mais tarde um funeral faz com que os dois (Michelle Monaghan e James Marsden) voltem à cidade natal e se reencontrem. É o momento de ver se os sentimentos persistem e avaliar as decisões que tomaram na vida.
O filme se passa em dois tempos, e fica nesse vai e vem até desenrolar toda a história, gostei disso, achei empolgante e eu fiquei o tempo inteiro tentando descobrir o motivo pelo qual eles se distanciaram. Quando é mostrado o passado, a gente suspira o tempo todo e fica feliz por ver um amor tão bonito, aquele amor jovem cheio de vida e de paixão.
O filme é inspirado no livro de mesmo título que infelizmente eu não li e que não vou conseguir levantar os pontos necessários para fazer uma comparação dos dois.
Depois que assisti e fui pesquisar vi que as críticas deram pontuações bem baixas e fiquei encucada, porque gostei tanto, consegui me envolver tanto com a história que só consegui observar uma falha que fez muita diferença na hora de entender melhor o final, foi uma coisa ligada com tempo, que não ficou muito explicada e ficou meio atropelada (se você já assistiu talvez entenda). Inclusive, uma das resenhas que li falava que era um filme típico de sessão da tarde e foi exatamente assim que eu me senti, com meus 11, 12 anos assistindo um filme vidrada na televisão depois de chegar da escola.
Sem falar na escola dos atores, achei que escolheram pessoas super parecidas para as duas fases.
A fotografia e a trilha sonora são muito boas, na fotografia é possível notar que quando a trama é no passado, as cores mais amareladas e do estilo sépia ficam muito visíveis e quando é tratada no presente, cores ficam mais expressivas como verde, vinho e vermelho, sempre em tons mais escuros.
É um filme gostoso, com uma trama bem estruturada e com um final surpreendente. Eu achei que valeu a pena e me fez repensar em um monte de coisas, como por exemplo, quando a gente toma atitudes por dois. Será mesmo que estamos fazendo o certo para a outra pessoa? 

E vocês? Já assistiram? Me contem o que acharam.

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2 comentários :

  1. Sou apaixonada pelas histórias do Nicholas Sparks, então imagina só quando li esse livro e assisti ao filme? Meu core chega a doer ♥
    www.desencana.com

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  2. Guria! Obrigada pela dica! Só de passar os olhos, já vi que eu adorei o cenário e provavelmente esse filme vai aparecer no meu blog! =)
    Parabéns pelo blog!!!

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